Já todos ouvimos aquela anedota do
individuo que se manda do 15º andar e ao passar pelo 7º andar, um
amigo na janela pergunta-lhe se estava tudo bem, ao que lhe responde:
“até aqui, está tudo bem”.
Em analogia, é isto que o governo tem
vindo a dizer sobre os constantes alertas vindas de varias
instituições internas e externas. Estamos em contagem decrescente e
só não sabemos qual o tempo que o cronometro marcava quando se
iniciou a contagem.
Todos os indicadores apontam para a
necessidade urgente de se abrir o para-quedas, mas o nosso otimista
primeiro-ministro teima em sorrir e aguardar que por obra e graça a
coisa se componha. Entretanto o ministro das finanças começa a dar
mostras de preocupação e já deve ter pensado mais que uma vez, se
terá sido boa ideia ter-se metido nestes trabalhos.
Segundo as ultimas previsões sobre o
crescimento do PIB para 2016, que tem sido revisto quase todos os
meses, o resultado liquido do crescimento da economia nacional vai ser inferior ao que se vai pagar de encargos com a divida soberana ou
seja vamos chegar ao fim do ano com mais divida.
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