terça-feira, 23 de dezembro de 2014
sábado, 13 de dezembro de 2014
As minhas (in)certezas #04..
Não querendo defender as políticas deste governo, lembro os mais esquecidos, que foram em grande parte consequência do acordo firmado por um governo de esquerda com a Troika e não consta que na altura da assinatura do acordo o Eng. Jose Sócrates estivesse com uma pistola apontada à cabeça.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
As minhas (in)certezas #03
Não votei em nenhum dos partidos que sustentam o actual governo. Na altura, e ao contrário da maioria dos portugueses, votei no PS porque entendia que devia ser o Sr Eng. Sócrates a tirar-nos da m*rda em que nos tinha posto.
Mas foi a governação do Eng José Sócrates a única responsável pela crise que nos assolou em 2009?
Não, não foi.
Sempre vivemos num constante deficit, que se tornou descontrolado com a nossa entrada para a CEE que nos permitiu acesso quase ilimitado a dinheiro barato.
A governação do Eng. Sócrates só teve o condão de agravar (em muito) a situação e quando já era visível o precipício, recusou-se a mudar de direcção e só não se estatelou no charco porque foi travado.
As minhas (in)certezas #02
Constantemente sou confrontado com opiniões de vários quadrantes que gritam aos 4 ventos que o actual governo tem praticado uma política de direita, sendo o mais liberal que existiu desde a implementação da democracia.
Este discurso têm sido acentuado nos últimos dias no sentido de enaltecer o discurso do actual secretário geral do PS.
Eu, que sou um liberal convicto, sinto-me insultado com tal comparação.
Se as políticas praticadas por este governo são liberais, eu vou ali e já venho.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
As minhas (in)certezas #01
Um dos argumentos mais utilizados pelos defensores da governação do Eng. José Sócrates é de que foi a crise internacional, provocada pelos malfadados mercados, a responsável pela intervenção da Troika e da consequente austeridade que nos têm assolado.
Quem defende tal argumento esquece de que existe uma grande diferença entre ter uma dispensa cheia, ou não, quando assolados por uma tempestade prolongada.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Um alegado (mau) exemplo da gestão dos dinheiros publicos
Como é de domínio publico, o actual
executivo de maioria PS, por entender ter um custo elevado, desistiu de
construir o novo edifício camarário projectado pelo anterior executivo, que também
era de maioria PS.
Nesta matéria, como de resto noutras, o PS
concelhio à falta de uma capaz oposição dos outros partidos concelhios, vai
fazendo uma oposição tipo "entre portas".
Assim, em reunião do executivo do passado
mês de Setembro foi deliberado a adjudicação da elaboração de novo projecto.
A questão que gostava de ver esclarecida e
que de resto devia ser pública, para todos ficarmos a saber onde é consumido o
nosso "graveto", é quanto foi gasto nestes últimos anos em projectos,
estudos e afins, com a rubrica do novo edifício da câmara municipal, que ainda não saiu do papel e pelos vistos a papelada até agora produzida não vai servir
para nada.
É que pelas contas de "sumir" de
alguns curiosos, tenho ouvido números que vão dos 300.000,00€ aos 600.000,00€.
Serão estes números? Alguém sabe responder
a isto?
Parabéns Mário Soares, és o maior..
Um dos pais da nossa democracia fez 90 anos e nunca é demais de replicar algumas das sabias opiniões que proferiu quando ainda tinha alguma lucidez e sensatez.
Ora leiam com atenção algumas das atordoadas que proferiu, quando tinha a responsabilidade governativa.
“Os problemas económicos em Portugal são fáceis de explicar e a única coisa a fazer é apertar o cinto”. DN, 27 de Maio de 1984“Portugal habituara-se a viver, demasiado tempo, acima dos seus meios e recursos”. Idem“O importante é saber se invertemos ou não a corrida para o abismo em que nos instalámos irresponsavelmente”. Idem, ibidem“[O desemprego e os salário em atraso], isso é uma questão das empresas e não do Estado. Isso é uma questão que faz parte do livre jogo das empresas e dos trabalhadores (…). O Estado só deve garantir o subsídio de desemprego”. JN, 28 de Abril de 1984“O que sucede é que uma empresa quando entra em falência… deve pura e simplesmente falir. (…) Só uma concepção estatal e colectivista da sociedade é que atribui ao Estado essa responsabilidade. Idem“Anunciámos medidas de rigor e dissemos em que consistia a política de austeridade, dura mas necessária, para readquirirmos o controlo da situação financeira, reduzirmos os défices e nos pormos ao abrigo de humilhantes dependências exteriores, sem que o pais caminharia, necessariamente para a bancarrota e o desastre”. RTP, 1 de Junho de 1984“A CGTP concentra-se em reivindicações políticas com menosprezo dos interesses dos trabalhadores que pretende representar” RTP, 1 de Junho de1984.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
As minhas dúvidas #01
Gostava de perceber porque razão os nossos partidos do arco da governação quando na oposição tendem a ser radicalmente do contra e, depois, quando no poder são demasiadamente iguais.
Assim, talvez conseguisse perceber a postura do PS que assinou o memorando de entendimento com a Troika quando no governo e agora na oposição se transfigurou em anti-memorando.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Mulheres são umas cabras?
"As mulheres quando em competição, entre elas, são umas cabras".
Calma pessoal, não sou eu que o digo.
Os amigos por norma são para beber uns copos, trocar umas anedotas, falar sobre a bola, a caça, sobre o último best seller porno e muito sobre gajas.
Fazemos amizades com muita facilidade e que perduram, nem que estejamos longos períodos sem nos comunicarmos.
-Sou o Manel e tu?
Este comentário, a propósito da disputa no meio artístico português, foi produzido durante um programa televisivo pela comentadora Luísa Castelo Branco.
Embora não seja a primeira vez que ouço tal coisa, é para mim um paradoxo.
Sempre tive a ideia que entre elas a amizade é uma coisa séria. Ou seja, as amizades femininas são a valer. Comunicam-se diariamente, por vezes várias vezes ao dia, na maior parte das vezes para trocar umas trivialidades. Para comentar um vestido visto numa montra, sobre o namorado de uma colega, sobre a noite tórrida que tiveram. São confidentes dos pensamentos mais íntimos e chateiam-se se não souberem em primeira mão as novidades da amiga.
Enfim, coisas de mulheres.
Nós homens, somos o oposto.
Por norma, somos menos ligados, distantes, independentes, mais do género porreiraços.
Não nos chateamos se um amigo se esquecer do nosso aniversário e não o incomodamos por causa de um arrufo amoroso que tivemos com a nossa companheira e muito menos para dissecar sobre a mulher de um amigo.
Os amigos por norma são para beber uns copos, trocar umas anedotas, falar sobre a bola, a caça, sobre o último best seller porno e muito sobre gajas.
Basta algo em comum, para termos um amigo para vida
Fazemos amizades com muita facilidade e que perduram, nem que estejamos longos períodos sem nos comunicarmos.
-É pá também és do Sporting?
-É pá sou. Dá cá um abraço.
Abraços com umas palmadas nas costas.
-Sou o Manel e tu?
-Sou o Ernesto.
-Grande sportinguista!
-Grande sportinguista!
-Vamos beber um copo, pago eu!
-Vamos beber um copo, pago eu!
E pronto amigos para toda vida.
Não sabemos se o novo amigo é de esquerda, se é um bandido ou qual a sua orientação sexual.
É do nosso clube e isso basta.
É bom ser homem!
terça-feira, 25 de novembro de 2014
A inveja é uma coisa feia
Mais, usando um seu termo, acho que se trata de uma grande canalhice. Também comungo da indignação do Dr João Soares e acho inadmissível que o tenham detido logo que pôs os pés na pátria depois de uma estafante viagem.
Como está bom de ver, o êxito alheio provoca muita inveja.
Provoca muita inveja, um indivíduo que se inicia a assinar projectos de marquises manhosas e chega a primeiro-ministro.
Provoca muita inveja, um indivíduo licenciar-se a um domingo e sem praticamente frequentar o curso.
Provoca muita inveja, um indivíduo que goza férias no Quênia e no Sheraton do Pine Cliffs.
Provoca muita inveja, um indivíduo que deixa o país à beira da bancarrota e pede um empréstimo para ir estudar filosofia para Paris.
Provoca muita inveja, um indivíduo que a estudar, sem rendimentos, compre um Mercedes de 90.000€ e tenha um motorista.
Provoca muita inveja, um indivíduo que é associado a casos de corrupção e nunca tenha sido prenunciado.
Provoca muita inveja, um indivíduo que viva à grande e literalmente "à francesa" usufruindo de um apartamento com vista para o Sena, avaliado actualmente em 4 milhões de euros.
Provoca muita inveja, um indivíduo que tem um amigo que mensalmente o abonava com uns milhares de euros.
Provoca muita inveja, um indivíduo que madragua para fazer jogging, que se aperalta com fatos Armani e Hugo Boss e com uma aparência capaz de provocar sonhos eróticos à minha prima Alzira.
Sócrates amigo, estou contigo.
CAMBADA DE INVEJOSOS...
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