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domingo, 13 de outubro de 2013

Que semana ai vem...



Durante a minha já  longa carreira profissional tive vários mestres que me foram ensinado valores e atitudes fundamentais para o meu bom desempenho profissional e para a vida em geral.

Um dos que mais marcou, era engenheiro de formação embora desempenha-se funções de director de departamento e que mais tarde chegou a administrador delegado da empresa. Foi dos profissionais mais pragmáticos que conheci e dos poucos que sabia dosear correctamente a eficácia com a eficiência.

Em tudo o que empreendia, previamente definia a missão e o objectivo. Dizia-me muitas vezes algo como: 

Antes de se definir o caminho a percorrer importa conhecer o destino pretendido. No processo de planeamento, a primeira coisa que tem que ser definida é o objectivo fundamental que se pretende atingir.

Foi desse já distante passado que adquiri o habito do planeamento e por isso raramente sou apanhado em contra pé.

Assim, já à muito tempo que aos domingos gosto de programar a semana e para isso reúno o máximo de informação de tudo o que possa de uma forma directa ou indirecta influenciar as minhas actividades profissionais ou extra-profissionais.

Procuro saber como vai estar o tempo nos locais e dias por onde vou estar, as actividades de relevo previstas nas áreas da politica, desporto, etc. Quem lida e depende diariamente da disponibilidade das pessoas sabe o quanto é importante este tipo de planeamento.

Em circunstancias normais, ninguém marca uma reunião para propor um negocio para uma hora antes de derbi de futebol ou para a final da tarde de uma sexta-feira. É meio caminho para a coisa correr mal.

E hoje como é domingo, cá estive a ver o previsto para a semana de trabalho que se inicia amanha e que aparentemente vai ser uma semana atípica.

Já amanhã começamos com a tomada de posse dos eleitos para os órgãos municipais e que depois se vai estender pela semana às freguesias do concelho.

Terça-feira vamos tomar conhecimento da proposta de orçamento de estado para 2014 e ao final do dia joga a nossa selecção de futebol.

Quarta e quinta-feira auditorias com auditores externos para renovação do ISO 9001.

Ou seja para a semana correr pior, só me faltava ter marcado para sexta-feira um exame à próstata.

sábado, 12 de outubro de 2013

O quê? Não me digas...

Estou a ficar preocupado.

Melhor dizendo, muito preocupado.

Isto de escrever aqui umas parvoíces, tentando descontrair-me da minha lenga-lenga diária está a tornar-se muito perigoso para o meu gosto. Todos os dias o numero de visitantes aumenta, assim como a correspondência para a caixa do correio.

E é sobre esta que maiores preocupações me apoquentam.

Tenho recebido alguma correspondência de anónimos, com certas informações que se fossem publicadas, das duas uma, ou os nomeados teriam muito que explicar ou então eu teria que pedir asilo ao Putin.

Portanto meus caros amigos, tenham em atenção que estas coisas actualmente não são muito seguras, tanto como é publico, existe para ai uma quantidade de serviços de informação a vasculhar tudo e todos, e eu não quero chatices para o meu lado.

Denuncias mesmo que anónimas podem ser enviadas para: 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Coisas....

Ontem festejamos em família mais um aniversário de um dos cotas. Uma autentica confusão o convivido que incluiu grande parte do clã e reuniu no mesmo espaço, o mais pequeno que mal sabe andar, ao mais velho que já mal se aguenta das canetas; gritos das crianças na brincadeira e gritos dos velhos, surdos que nem portas; correrias dos garotos a contracenar com a falta de mobilidade dos mais velhos.

São daqueles momentos que dão para aferir as discrepâncias de idades, onde uns estão a começar e outros estão acabar a caminhada da vida, onde os velhos contam historias antigas, os novos contam os seus sonhos e eu no meio, contento-me a ouvir.
Chego ao fim da festa exausto, mas satisfeito pelo convívio e pela celebração de mais um aniversário de um ente querido e enxuto, que diz todos os anos, não sei se estou cá para o ano.

A próxima aniversariante da família é a minha sobrinha em idade pós adolescência com quem aproveitei para falar e perceber os seus sonhos. Não são muito diferentes daqueles que a juventude do meu tempo tinha. Viajar conhecer o mundo e novas culturas.

Só que no meu tempo sonhava em fazê-lo de mota com o cabelo ao vento (ainda não era obrigatório o capacete) ou num inter rail. Hoje os jovens são mais práticos, viajam pelo mundo virtual e os mais aventureiros enfiam-se num desses voos low cost, que ficam mais baratos do que ir para o Algarve de comboio.

No entanto a minha sobrinha segredo-me que nestes dias mais próximos não pensa em sair de casa, por causa de uma borbulha que nasceu-lhe na testa e que ela disfarça a todo custo com um penteado arrojado.

Talvez lhe ofereça no dia de anos uma bisnaga de clearasil.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Sem comentários....




Isto de os mortos fazerem-se à estrada, dá no que dá.


Sem comentários.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Aparentemente a politica envelhece.

Como já aqui escrevi a festa eleitoral acabou, mas os vencedores ainda não desmontaram a tenda. Os candidatos do PS ainda continuam por ai espalhados, aparentemente à espera de tomarem posse e depois mandarem o pessoal camarário recolher as lonas.

Também pode ser propositado para muito boa gente não se esquecer das personagens vencedoras.

Mas o meu propósito é de chamar atenção dos meus leitores para a foto que aparece nos outdoors do nosso novo presidente da Câmara Municipal da Mealhada.

Hoje enquanto esperava pela minha boleia junto a uma rotunda na IC 2, mesmo junto ao um dos ditos outdoors, é que prestei a devida e merecida atenção, ainda mais porque antes de ontem cruzei-me com o Dr. Rui Marqueiro em pessoa.

Eu sei que a politica envelhece as pessoas, mas também não é caso para tanto.

Será que envelheceu tanto num mês e pouco? Será que a foto foi aproveitada de outras eleições de 1993 ou de 1997? Será que usaram retoques do photoshop ou de outro programa de edição de imagem?

Acho que a autoridade da concorrência devia desencadear um inquérito e já, porque ou muito me engano, ou houve publicidade enganosa.

Ou seja o Dr. Rui Marqueiro da foto é muito mais janota do que eu vi em carne e osso.

Se assim foi, a CNE deve providenciar novas eleições.

CRM

- D. Emilia tem que me dar a receita dos seus biscoitos.
Obtive a resposta em tom simpático:
- Não dou não.
E antes que eu insistisse, justificou-se: Se lhe der a receita deixa de cá vir, e eu não quero que deixe de cá vir.

A D. Emília era proprietária de uma pequena papelaria de uma média cidade onde durante um certo período da minha vida profissional, ia semanalmente buscar a minha revista. Além da sua simpatia e disponibilidade, tinha sempre uns biscoitos ou doces para presentear os seus clientes e as crianças que por lá passavam.

Embora nunca tenha assistido, diziam-me que aos sábados de manhã eram muitos os que lá iam comprar revistas e jornais, levados pelos seus filhos ou netos que queriam ver a D. Emília e que sabiam que seriam premiados com uma guloseima. Habito esse que nalguns casos já ia na terceira geração.

A D. Emília sem grande formação sabia como criar expectativas e como fidelizar os clientes.

Ela não fazia a mínima ideia do que era o CRM (Customer Relationship Management) mas utilizava-o todos os dias. Tratava os clientes pelos nomes próprios, sabia os nomes dos pais e dos filhos, sabia os seus hábitos e preferências, e o mais importante, valorizava-os.
Quem lá ia, não ia só com o propósito de comprar o jornal, a revista ou qualquer outro artigo, também ia visitar alguém, que era como se fosse da família.

Hoje passei por lá, mas o estabelecimento estava fechado. Soube por um vizinho que a D. Emília por motivos de saúde, próprios da sua avançada idade, trespassou o negocio a um casal jovem e foi viver para outro local junto da sua filha.

O casal que ficou com a papelaria é que não devia perceber patavina do negócio e muito menos de biscoitos, porque já o encerraram.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Discurso da tanga.....

Logo após ter publicado o anterior post calhou-me em leitura a ultima publicação da Câmara Municipal, onde o ainda actual Presidente Professor Carlos Cabral escreve o seu ultimo editorial naquela publicação.

Lá chama atenção para o trabalho desenvolvido durante os seus mandatos e que espera que sejam perpetuados. O discurso é igual a quase todos que são escritos por todos os autarcas do nosso país. Obra, obra e obra.

Constantemente somos forçados pelos autarcas deste país a ouvir a importância das suas acções, o seu contributo para o desenvolvimento do país e consequentemente para a qualidade de vida dos seus munícipes.

Frequentemente e ultimamente ainda mais, pergunto:
Se assim é, porque é que o país está como está? Não temos todos os motivos para andar felizes da vida? Porque é que nos queixamos tanto dos políticos e das suas politicas?

Mete-me uma certa confusão a retórica de que são os melhores gestores e em nada contribuiriam para o estado das finanças publicas. É de resto uma atitude transversal a toda a sociedade, todos andam descontentes, todos tem a noção que se tem que poupar, racionalizar, mas ninguém abdica o seu quinhão e a solução da crise está sempre na subtracção de algo de outrem.

Remetendo o assunto para o nosso concelho é de fácil conclusão que após a instauração da democracia muito foi feito, mas quase tudo com a grande ajuda de fundos disponibilizados pelos nossos parceiros europeus.

Além das infraestruturas básicas que já as damos como adquiridas e raramente nos lembramos da sua importância, temos infraestruturas desportivas espalhadas por todo o concelho na sua maioria desaproveitadas e com um uso abaixo da frequência dos cafés das localidades onde foram edificadas.

Estamos em vias de ter um parque escolar moderno muito diferente daquele que frequentei que era frio e desconfortável, mas que em breve será desajustado porque as maternidades teimam em não produzir o suficiente e não vai restar outra opção que não seja a já adoptada pela EPVL, que é importar alunos dos PALOP.

Vamos ter muitos espaços verdes, mas ás moscas e com os respectivos edifícios de restauração abandonados por falta de quem os consiga explorar.

Na biblioteca vamos continuar a ver os mesmos que aproveitam as leituras dos jornais, livros  e o visionamento de filmes de borla e por isso deixam de contribuir para as caixas registadoras dos cafés, papelarias, livrarias e clubes de vídeo que entretanto já fecharam.

Vamos a continuar durante muito tempo a ter câmara municipal como a maior entidade empregadora porque é necessária muita gente para manter tudo isto em funcionamento.

Se olharmos para a dimensão dos bens públicos do concelho e os replicarmos pelo país e acrescentarmos outros ainda mais onerosos que estão instalados nos grandes centros e as infraestruturas rodoviárias espalhadas pelo país, podemos ficar com uma noção da dimensão da pipa de massa que é necessária só para as mantermos em stand-bay e/ou em pé.

Muitos dirão que tenho uma visão derrotista, neo-liberal ou o que lhe queiram chamar, mas acreditem que não sou contra estas construções, embora possa ter opiniões diferentes nalgumas opções, eu sou é contra o facto de que todas estas obras publicas não serem construídas em consonância com outras obras e acções que promovam o desenvolvimento económico que garantam receitas necessárias para as manter.

Não é por acaso que volta e meia aterram na Portela uns gajos de fato e gravata que vem substituir os calços dos travões do nosso suposto desenvolvimento.

domingo, 6 de outubro de 2013

A soberania..

Acabei de reler (esta é a 5.ª) o memorando que os representantes da nação em finais de 2011 assinaram com a sra troika. A tradução em português não está lá muito bem escrita, mas aconselho a sua leitura, quanto muito para sabermos o que ainda falta por aí vir.
 
O documento lê-se num instante e só são 38 paginas de pura humilhação.

Basicamente, o documento estipula metas para os anos de 2011, 2012, 2013 e 2014, no sentido de o défice das nossas contas publicas atingirem certos limites e dão-nos umas dicas para que os objectivos possam ser concretizáveis.

Resumindo, os nossos credores vieram-nos dizer que para continuarem a emprestar-nos dinheiro a um juro controlado, temos que gastar melhor o que nos emprestam e se quisermos continuar a manter certas regalias o zé povo tem que abrir os cordões à bolsa.

Não sou constitucionalista e percebo pouco de leis, mas posso garantir a quem quer que seja, que é um documento inconstitucional. Quem quiser comprovar não precisa de vasculhar a constituição, basta ler o 1 º artigo para verificar que ao assinar e a rectificar o memorando, perdemos a soberania.

Por isso não entendo a atitude dos digníssimos juízes do Tribunal Constitucional, (sempre muitos atentos a certos tipos de direitos, eu diria interesses) que deviam logo ter desencadeado os meios necessários para mandarem o dito documento para uma trituradora e os seus subscritores para um departamento de Vale Pinheiro.

E se não o fizeram foi porque sabiam que corriam o risco de em Outubro ou Novembro desse ano não haver euros nos cofres do estado para lhes pagar os vencimentos, assim como a toda a função publica.

Assim, entre a soberania e a carteira vazia, opta-se por mandar a soberania às urtigas.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Rapidinhas............


Tenho alguma dificuldade em explicar aqui o ti Manel pelo que solicito a vossa ajuda.
- O PS ganhou em todas as freguesias, diz o Sr. Dr. Rui Marqueiro e no JM alguém escreveu  que a freguesia da Mealhada votou em massa na Sra Paula Felgueiras, que penso que não é do PS (já não digo nada que esta malta anda sempre a saltar de um lado para o outro). Em que é que ficamos?

- O Dr Rui Marqueiro, fez discursos, escreveu (e também mandou escrever) e até fez sessões de esclarecimento sobre o assunto e a mensagem que passou foi de que iria por todos os meios lutar pela desagregação das freguesias agora unidas e que tinha a garantia dos responsáveis do partido que seria uma das primeiras alterações a fazer logo que o governo fosse PS. Na primeira declaração publica depois das eleições esqueceu-se? Já considera as três freguesias uma?

- Já agora a Paula Felgueiras como a mais votada na freguesia da Mealhada vai ser convidada para o executivo da União de Freguesias? Sempre quero ver se a vontade do povo da freguesia da Mealhada é respeitada e o tão apregoado respeito pelas identidades das freguesias em causa são levadas à letra ou se era só fogo de artificio eleitoral.

- Também gostaria de saber se aquela conversa toda emitida pela coligação PSD e Comp. Lda sobre a rotatividade dos elementos eleitos não é uma boa saída para alguns darem de frosques logo que possível?

- Também gostaria que alguém me esclarece-se que raio de acordo é que existe entre o PS concelhio e a Câmara Municipal (que penso serem duas entidades distintas) para a partilha das estruturas de outdoor´s. É que pelo menos 4 estruturas espalhadas pelo concelho (estas tenho eu conhecimento) estão a ser utilizadas pelas duas entidades, no meu ponto de vista para fins inconciliáveis. É alguma parceria? Uma PPP?

- Já agora, é verdade o rumor que por ai anda que foram dadas instruções de sentido de voto, ao pessoal que labora na casa dos pobres, com a promessa de que se ganha-se o fulano tal, estavam assegurados os empregos de todos?

Quem souber (pf) diga qualquer coisa.

Também se tiverem alguma duvida, não se acanhem, que eu pergunto.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Daqui a 4 anos há mais....festa.


E voilá acabou-se a festa das eleições.

Enquanto uns festejam e se preparam para apanhar as canas, outros vão acordando do pesadelo.

Tal como era previsível o PS ganhou em todas as frentes e o mais directo opositor, PSD e Companhia Lda ficou-se pelo pelo segundo lugar e assim, mais uma vez fica comprovada a minha teoria de que pelo PS qualquer um arrisca-se a ganhar.

Neste aspecto o concelho da Mealhada daria um bom tema de mestrado ou doutoramento em Antropologia.

Diz quem viu que na sede de campanha do PSD e Companhia Lda o desalento era notório e que só alguns repetentes nestas andanças estavam satisfeitos com o aumento de votos relativamente às últimas eleições. De alguma forma compreende-se o sentimento da malta que pela primeira vez se atreveu a concorrer contra o PS e não tem o traquejo dos veteranos destas lides, habituados a perder. Mas se tivessem lido o que por aqui fui escrevendo, estariam prevenidos e não seriam necessários lenços de papel.

Paciência não posso chegar a todo lado.

O candidato Gonçalo Louzada estava decepcionado, mas lá foi tentando moralizar os mais desiludidos. Consta que embora desapontado com o resultado, desabafou com alguém, que talvez tivesse sido melhor assim, porque por aquilo que se apercebeu nas ultimas semanas, a coluna vertebral dele não conseguia fazer contorcionismo necessário para as cambalhotas e manobras politicas que imperam no concelho. Pelo que me parece, mais um cabeça de lista da oposição que vais abdicar da função para ir tratar da vida.

Eu como sou esperto e não me dou com lamurias, fui como é hábito para os Paços do Concelho acompanhar o desenvolvimento dos resultados.

Não se rompia e parecia que estava assistir a um jogo de futebol. È uma coisa que me faz uma certa espécie é o comportamento de alguns que a cada actualização de resultados, festejavam como se o Ronaldo tivesse marcado um golo pela selecção nacional. Mas foi engraçado de assistir ao desenrolar da publicação de resultados e analisar o comportamento de alguns intervenientes.

Um dos momentos altos do espectáculo foi quando se soube do resultado da ex freguesia da Antes, que assim vingou a sua extinção retirando o único bastião ao PSD.

Ao contrário dos outros anos, não foram vistos alguns habitues destas ocasiões e o próprio presidente Carlos Cabral segundo se consta esteve sempre refugiado num gabinete.

Um dos intervenientes mais activos da dita festa nos Paços de Concelho, foi o filho de um dos faltosos, o nosso amigo camarada Jorge Carvalho. O jovem estava tão radiante que parecia que tinha ganho o euro milhões. Estava muito contente com o brilhante trabalho de fotógrafo da campanha, que consistia em disparar flashes para os olhos dos adversários políticos do seu ídolo no decorrer dos debates. Fazendo fé no meu acompanhante de espectáculo  é próprio de um jovem rebelde que só quer chatear e/ou chamar atenção do pai.

Outro dos momentos altos da festa e digna de cena de filme de Francis Coppola, foi a chegada do vitorioso Dr. Rui Marqueiro, com todos os seus a querem chamar-lhe atenção de que estavam presentes naquele momento importante.

Um dos vitoriosos aparentemente mais tranquilo era o numero dois o Professor Duarte, que pelos vistos já tinha há muito a certeza da vitória eleitoral. Ainda não tinha começado a campanha propriamente dita, e já se fazia apresentar a muitas pessoas e na própria câmara, como o futuro responsável pelos pelouros da educação e do desporto do concelho. Mais um que em tempos concorreu por uma cor e agora para sair vitorioso no plano politico teve-se que mudar para o PS.

O mais chato desta historia toda, foi no fim daquele reboliço todo, quando ao contrario da festa que se realizou no Teatro Caffé, esperava ser convidado para acompanhar a comitiva para os festejos que provavelmente incluíram champanhe e algo para mastigar, e zarparam todos em caravana sem nada me dizerem e lá tive que vir para casa comer umas sopas de leite com pão.



Espero que pelo menos não se esqueçam de me convidar para a tomada de posse do novo presidente da freguesia do Luso. Quero estar presente para apoiar o meu amigo Homero Serra e Jorge Carvalho.

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